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TRILHA 4

🧰 SDK Cerebrum

Como agentes falam com o kernel: instalar Cerebrum, entender modos Local/Remote, paper NAACL 2025 e construir seu primeiro agente do zero.

2
Módulos
12
Tópicos
~1h30
Duração
Médio
Nível

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

4.1~45 min · Conceitual

📚 Cerebrum overview

Por que SDK separado, instalação, modos Local/Remote, arquitetura do paper NAACL 2025, componentes principais e agent hub para distribuição.

O que é:

Cerebrum é a biblioteca cliente. Foi extraída do kernel para permitir que agente rode em máquina diferente.

Por que aprender:

Sem essa separação, agent hub e modo remote não funcionariam.

Conceitos-chave:

Client SDK · separação cliente/servidor · paper NAACL 2025.

O que é:

Instalar AIOS já puxa Cerebrum automaticamente. Para dev, prefira clonar e pip install -e Cerebrum/.

Por que aprender:

Editable install pega mudanças sem reinstalar — vital quando você está construindo agentes.

Conceitos-chave:

Editable mode · dev workflow · versionamento.

O que é:

Local: tudo numa máquina (dev). Remote: agente em A, kernel em B (prod/hub).

Por que aprender:

Definir cedo evita refactor: o código do agente é igual, muda só o config do client.

Conceitos-chave:

RPC · endpoint · auth · firewall.

O que é:

"Cerebrum (AIOS SDK): A Platform for Agent Development, Deployment, Distribution, and Discovery" (arxiv 2503.11444). Define o "4D" do agente.

Por que aprender:

Os 4 D's (Develop, Deploy, Distribute, Discover) viram o vocabulário oficial.

Conceitos-chave:

Develop · Deploy · Distribute · Discover.

O que é:

Agent base, LLMCall, MemoryRead/Write, StorageRead/Write, ToolCall, ContextSwitch. Os blocos que o agente usa.

Por que aprender:

Conhecer o vocabulário evita reinventar wrappers.

Conceitos-chave:

Base class · syscall wrappers · type-hints.

O que é:

Registry público (e local) onde devs publicam agentes prontos e usuários baixam com 1 comando.

Por que aprender:

É a parte "Distribute + Discover" do paper Cerebrum. Reuso de agente sai do laboratório.

Conceitos-chave:

Registry · versioning · descoberta · permissões.

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4.2~45 min · Hands-on

🛠️ Primeiro agente

Subclassear Agent, registrar tools, ler/escrever memory, submeter query, debug com logs e empacotar para publicar no agent hub.

O que é:

Crie classe que herda de cerebrum.Agent e implemente run(query).

Por que aprender:

É o esqueleto. Todo agente AIOS começa assim.

Conceitos-chave:

Agent base · run method · ciclo de vida.

O que é:

Use @tool(name, description) para expor função Python ao Tool Manager.

Por que aprender:

Tools registradas ficam disponíveis para todos os agentes; tools locais não.

Conceitos-chave:

Decorator · schema · permissões · sandbox.

O que é:

Curto prazo na Memory (cache RAM por agente), longo prazo no Storage (disco).

Por que aprender:

Confundir gera bugs sutis: dados que somem entre restarts.

Conceitos-chave:

RAM vs disco · escopo · TTL · durabilidade.

O que é:

Instancie agente, chame agent.run(query), leia resposta.

Por que aprender:

É o "executar". Sem esse ciclo, agente nunca produz output.

Conceitos-chave:

Run loop · query in · response out · streaming.

O que é:

Ative log verbose no kernel. Cada syscall aparece com timestamp, módulo destino e payload.

Por que aprender:

Debug sem log é adivinhação.

Conceitos-chave:

Log verbose · trace · tracing distribuído.

O que é:

Estruture pasta do agente (config, código, tools), faça push para o agent hub e qualquer usuário roda com 1 comando.

Por que aprender:

Publicar agente é o "git push" do AIOS — não é avançado, é trivial.

Conceitos-chave:

Manifest · semver · push · install.

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